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Nos jogos das duas equipes de Santa Catarina pelo Brasileirão da Série A no último domingo (7), tanto Chapecoense como Avaí registraram suas respectivas insatisfações mediante a utilização do Árbitro de Vídeo na validação do gol de Bruno Henrique para o Flamengo e também a penalidade marcada à favor do CSA.
Com essa situação que impulsionou até mesmo o desejo dos avaianos em pedir a anulação do embate no Estádio Rei Pelé, a Federação Catarinense de Futebol (FCF) emitiu uma nota oficial fazendo duras críticas as participações do VAR diante dos clubes do estado.
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Chamando os lances geradores de polêmica de “fortes agressões” que “prejudicaram de forma grosseira os seus associados”, a FCF prolonga seu posicionamento apontando que o uso da tecnologia não poderia servir para benefício de determinadas equipes e/ou “servir de pressão e escudo à fuga de responsabilidade das autoridades de dentro do campo.”
A nota ainda demonstra apoio aos clubes e faz um “apelo” para a melhor aplicação da tecnologia.
Veja a nota da Federação Catarinense de Futebol:
O futebol catarinense sofreu duas fortes agressões no último domingo quando decisões equivocadas na análise da tecnologia aplicada na arbitragem (VAR), prejudicaram de forma grosseira seus dois representantes na Série A do Campeonato Brasileiro, Associação Chapecoense de Futebol e Avaí Futebol Clube
Defensora do uso da referida tecnologia, que surgiu para auxiliar a arbitragem e transformar o jogo mais justo e dentro das regras, a FCF não pactua com o seu uso para servir de pressão e escudo à fuga de responsabilidade das autoridades de dentro do campo. Se a regra do jogo permite interpretação, é injusto e absurdo que a decisão final esteja alocada a quem está longe do clima da partida imaginando ações e decidindo por pseudos movimentos, nem sempre concretizados em infrações.
Assim, a Federação Catarinense de Futebol abraça as inconformidades manifestadas por seus filiados, repudia a forma como foram causados os imensuráveis prejuízos ao futebol catarinense e apela no sentido de que o uso da tecnologia e a arbitragem, sejam ferramentas para estabelecer a justiça em todos os jogos.
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